| MTCB - Abandonada no CT de Parnaíba |
Na tarde da
ultima quinta feira (09) uma criança de 13 anos de iniciais M.T.C.B
supostamente enviada pela própria mãe, veio do povoado Vassouras que
fica entre os municipios de Araioses e São Bernardo no estado do
Maranhão, para Parnaíba. Fontes ligadas ao Conselho Tutelar de Parnaíba
nos informaram que a criança foi atendida pelo conselho que fez o seu
papel de orientar a criança e buscar informações da família da mesma
aqui em Parnaíba, depois de muitas tentativas sem sucesso, os
conselheiros resolveram buscar alternativas junto aos órgãos
responsáveis do município de Parnaíba, o que não foi possível.
| Passagens |
Segundo consta
na denuncia feita ao Blog, a criança falou que não queria voltar pra
casa e que séria melhor que ela não existisse, Na ocasião um psicólogo
do CREAS, (uma unidade pública integrante do Sistema Único de
Assistência Social do município) foi solicitado para orientar a menor, o
psicólogo se recusou a ir até o Conselho Tutelar justificando não ter
transporte, solucionado o problema de transporte pelo Conselho Tutelar, o
psicólogo conversou com a menina que chegou a desmaiar por estar com
fome.
Resolvido o
problema da alimentação, que saiu do bolso dos profissionais do Conselho
Tutelar que não dispõem de alimentos da prefeitura de Parnaíba para
eventuais casos como estes, eles resolveram novo contato com parentes da
criança em Baixão, localidade maranhense que não tem sinal telefônico, o
que impossibilitou contato com algum conhecido.
Com poucas
alternativas os conselheiros resolveram então comunicar as autoridades
da área em Parnaíba, começaram pelo CREAS que é o órgão que faz o
atendimento, em seguida comunicaram a diretora de proteção especial
identificada por Ricarlha que é assistente da Primeira dama do Município
de Parnaíba, Valéria Castelo Branco que é Secretária Municipal de
Desenvolvimento Social e Cidadania. Mesmo assim nenhuma solução foi dada
por estes.
O Projeto “casa
de acolhimento” que passou pela câmara de vereadores de Parnaíba no ano
de 2009 seria uma parte da solução deste problema vivido pelos
profissionais do conselho tutelar, que muitas vezes levam crianças para
casa, por não ter onde deixar. Segundo informações, as autoridades
políticas prometeram em 2009, criar um cadastro de famílias acolhedoras o
que até hoje não foi cumprido. Enquanto isso crianças padecem por
impotência do poder público.